Agradecimento

Nossos agradecimentos as secretarias de cultura das cidades onde tivemos o imenso prazer de ir, conhecer e participar de eventos tão agradáveis e gratificantes...foi um prazer poder visitar lugares como estes, conhecer um pouco o seu povo, a sua história e também poder participar de eventos comemorativos, poder mostrar a todos o quanto gostamos,e aos internautas e para aqueles que ainda não conhecem estas lindas cidades irei postar fotos..., fica ai a sugestão para um bom passeio.

Vale conferir pessoalmente, ok?

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Bom Jardim - RJ

Os municípios da região tiveram a colonização influenciada por descendentes de alemães (Brust, Emerich, Erthal, Heckert, Klein, Miller, Schott, Hoelz), suíços (Ballonecker, Engert, Marchon, Bohrer, Marfurt, Berçot, Monnerat), Italianos, (Lattanzi, Capozi, Cariello, Guzzo, Pecci), franceses Bittencourt, portugueses Teixeira, Corrêa, Rocha, Silveira, Dias e libanesesTuffi, Abdalla e sempre teve uma ligação muito forte a Nova Friburgo tendo em vista que 80% de seu território pertencia a Nova Friburgo, São José, Barra Alegre, Banquete e consequentemente as famílias originárias citadas.
Há notícias de que nas terras onde se localiza o município, no reverso da Serra Órgãos, habitavam os índios Puris, hoje extintos (LAMEGO, Antônio Ribeiro. O Homem e a Serra. IBGE, 1945). A região compunha, no século XVIII, um complexo conhecido como “sertões proibidos”, isto é, caminhos nos quais era proibido transitar. A proibição tinha a intenção de impedir o contrabando de ouro. Assim, foram mandadas fechar trilhas e lavras não oficiais, que incluíram as trilhas que levavam a Cantagalo, ao qual pertencia a região onde hoje se localiza a cidade de Bom Jardim (1º Distrito do Município).
Localização de Bom Jardim














Fotos; internet

O município tem, assim, sua origem ligada ao caminho dos tropeiros que se dirigiam às minas da região de Cantagalo. Por ser uma região localizada num belo vale de muitas formações rochosas, há notícias de que teria sido utilizada tanto para pouso de tropas quanto para refúgio seguro de bandos de salteadores e traficantes de ouro.
De fato, pertence ao município de Bom Jardim a região ainda hoje conhecida como “Furnas do Mão-de-Luva”, famoso contrabandista de ouro que teria lavrado nos rios da região e, diz a lenda, escondido nas ditas furnas parte do ouro ilegal.
O primeiro núcleo populacional estável da região surgiu onde hoje se localiza o distrito de São José. Em 13 de outubro de 1857 foi autorizada a construção de uma igreja, o que marcava a existência de uma freguesia – divisão administrativa da época - então ligada ao município de Nova Friburgo...

Símbolos

Júlio Mário Salusse nasceu onde hoje se localiza o município de Bom Jardim, em 30 de março de 1872 e faleceu em 1948. Herdou uma considerável fortuna, estudou Direito em São Paulo e se deu ao luxo de passar muito tempo em Paris, metido em muitas festas. Alegre e fanfarrão, acabou por esgotar sua herança.
Salusse é citado como o “poeta de Bom Jardim” e sua vida é envolta em lendas. A maior parte de sua obra está desaparecida.
No brasão e na bandeira do município aparecem dois cisnes entremeados por um N (uma referência a França de Napoleão Bonaparte, origem de parte da família de Salusse) numa clara homenagem ao poeta que ganhou fama por seu poema os Cidade...
Fotnte: Wikipédia
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                                              IV Encontro de Corais de Bom Jardim

O Grêmio Musical Paquequer, estar  muito feliz por ter participado do encontro de corais em Bom Jardim, no estado do Rio de Janeiro. Evento esse que foi e sempre será o mais lindo de todos, parabéns aos participantes, aos que planejaram o grande evento
E em especial ao maravilhoso tenor de Bom Jardim João Claudio Daumas Lassarotte.


                                           

Coral do Grêmio Musical Paquequer





sábado, 11 de maio de 2013

Itaboraí - RJ


A origem está relacionada à história da extinta Vila de Santo Antônio de Sá ou Vila de Santo Antônio de Macacu, como também era conhecida, que tem sua origem em 1567.

A fundação de Itaboraí ocorreu em 1672, com a inauguração de uma capela dedicada a São João Batista, substituída por outro templo em 1693. De 1700 a 1800, a freguesia de São João de Itaboraí apresentou um notável desenvolvimento. Em 1778, era a mais importante da Vila de Santo Antônio de Sá, considerada um grande centro agrícola. Em 1780, grande parte do açúcar produzido pelos oitenta engenhos das freguesias próximas era embarcado em caixas de madeira nos catorze barcos pertencentes ao porto (daí o nome Porto das Caixas).



Em 1829, a Freguesia São João de Itaboraí foi atingida por uma epidemia de malária, causando muitas mortes e grande prejuízo para a região. Em 15 de janeiro de 1833, através de um Decreto Imperial, a freguesia foi elevada à categoria de Vila e, a 22 de maio do mesmo ano, instalou-se a primeira Câmara de Vereadores.

A partir de 1850, os transportes fluviais foram gradualmente substituídos pelos ferroviários e, em 23 de abril de 1860, com a inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro Niterói-Cantagalo, Itaboraí consolidou a sua importância econômica, pois recebia toda a produção de gêneros do nordeste fluminense pela ferrovia e a enviava em embarcações pelo Rio Aldeia até o Rio Macacu, deste seguinte até a Baía de Guanabara para ser comercializada. Contudo, a Vila de Santo Antônio de Sá começou a entrar em decadência, pois perdia a sua condição de entreposto comercial.

Em 5 de julho de 1874, foi inaugurada a Estrada Ferro-Carril Niteroiense, partindo de Maruí, em Niterói, até Porto das Caixas. A estrada fazia a ligação de Nova Friburgo e Cantagalo diretamente ao porto da capital da província, Niterói, substituindo o transporte fluvial realizado através de Porto das Caixas. A construção da estrada foi uma das principais causas do declínio do porto e, por consequência, da Vila de São João de Itaboraí – este também agravado pela libertação dos escravos, que levou muitos fazendeiros à falência.

Apesar do início da construção do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (COMPERJ), Itaboraí ainda é um município rural, possuindo grande parte de seu território ocupado por propriedades rurais.

As principais atividades econômicas do município são:
  • Manufatura cerâmica (decorativa e utilitária)
  • Fruticultura
  • Agricultura de subsistência
  • Apicultura
  • Pecuária extensiva
  • Extrativismo mineral
  • Setor terciário (comércio e serviços)

Fonte de pesquisa: Google
http://www.prefeituraitaborai.com/itaborai/historia/


                                               Churrasco de confraternização com a participaçãodo
                                               Grêmio Musical Paquequer.


domingo, 11 de março de 2012

Nova Friburgo - RJ


Relatos memoriais dos antigos portugueses que habitavam Nova Friburgo desde 1755 contam que, ao desbravarem essas terras, encontraram índios goitacases. Estes eram caracterizados por terem longos cabelos negros e roupagem constituída basicamente por pele de animais, bem como por serem canibais. As terras foram ocupadas pelas famílias portuguesas, que povoaram as margem dos rios Grande e Santo Antônio. Descendo a margem dos rios, estabeleceram povoados na região conhecida nos dias atuais como centro-norte-fluminense (Cantagalo e Nova Friburgo).



Entre 1819 e 1820, a região foi colonizada por 265 famílias suíças, totalizando 1 458 imigrantes. Foi batizada pelos suíços com o nome de Nova Friburgo, em homenagem à cidade de onde partiu a maioria das famílias, Fribourg (Friburgo em português, Fribourg em francês, Freiburg em alemão), no Cantão de Fribourg. Foi, também, o primeiro município no Brasil colonizado por alemães, tendo estes imigrantes, ao todo 456, chegado à cidade em 3 de maio de 1824, três meses antes que imigrantes alemães chegassem à cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Nova Friburgo foi a primeira colônia não lusitana a ser fundada no Brasil em caráter oficial.
Em 16 de maio de 1818, o Rei Dom João VI, sentindo a necessidade de estreitar os laços de amizades com os povos germânicos a fim de obter apoio contra o Império Francês, propôs uma colonização planejada, a fim de promover e dilatar a civilização do Reino do Brasil. Baixou, então, um decreto que autorizou o agente do Cantão de Friburgo, na Suíça, Sebastião Nicolau Gachet, a estabelecer uma colônia de cem famílias suíças na Fazenda do Morro Queimado, no Distrito de Cantagalo, localidade de clima e características naturais semelhantes às de seu país de origem.






Foi nomeado inspetor da projetada colônia o monsenhor Pedro Machado de Miranda Malheiros, que, de imediato, tratou da aquisição dos terrenos necessários à dita empresa; adquiriu duas datas de terra com meia légua de testada cada uma, pertencentes a Manuel de Sousa Barros e a José Antônio Ferreira Guimarães, e também a sesmaria chamada Morro Queimado, que pertencera a Lourenço Correia Dias, na qual, mercê de seu clima ameno e da sua situação topográfica, foi instalada a sede da colônia que tomou o nome de Nova Friburgo.
Entre 1819 e 1820, chegavam a Nova Friburgo 261 famílias de colonos suíços, 161 a mais do que havia sido combinado nos contratos, formando-se assim o núcleo inicial da povoação. Sabendo o quão promissora era a cooperação desses estrangeiros para com a nova pátria, o Governo Real subscreveu, a 3 de janeiro de 1820, um Alvará elevando Nova Friburgo à categoria de vila, desmembrando, para isso, suas terras das de Cantagalo. A instalação da vila deu-se a 17 de abril desse mesmo ano.




Após a proclamação da Independência do Brasil (1822), o Governo Imperial enviou o Major George Antônio Scheffer à Alemanha a fim de ali contratar a vinda de imigrantes para as colônias de Leopoldina e Frankenthal estabelecidas na então Província da Bahia desde 1816, às margens dos rios Caravelas e Viçosa. Por motivos ignorados esses colonos acabaram sendo enviados a Nova Friburgo, onde chegaram a 3 e 4 de maio de 1824; eram oitenta famílias - encabeçadas pelo pastor Frederico Sauerbronn - que foram carinhosamente recebidas por Monsenhor Miranda, então readmitido no cargo de inspetor, do qual se exonerara.
Esse sistema especial de administração da colônia por intermédio de um Inspetor designado pelo Governo Imperial vigorou até 1831; a partir desse ano a jurisdição passou a ser superintendida pela Câmara da Freguesia, a exemplo das outras vilas brasileiras.
Finalmente, a 8 de janeiro de 1890, Nova Friburgo foi elevada à categoria de cidade, tendo sua população aumentado com a chegada de imigrantes italianosportugueses e sírios.

Em 1872, o Barão de Nova Friburgo trouxe, até a região, os trilhos da Estrada de Ferro Leopoldina a fim de escoar a sua produção de café proveniente de Cantagalo.
A partir de 1910, Nova Friburgo, que, até então, devia o seu progresso ao desenvolvimento da agricultura e ao seu clima seco ideal para município de veraneio, viu chegar vários cidadãos de iniciativa, tais como Conselheiros Julius ArpMaximilian Falck e William Peacock Denis, que foram os pioneiros da era industrial friburguense. A estes, se juntaram outros elementos de valor, provocando o surto de progresso verificado até meados da década de 1980.
Com a melhoria dos meios de comunicação com as cidades do Rio de Janeiro e Niterói por rodovias pavimentadas, a indústria de turismo incorporou-se às demais fontes de renda da municipalidade. Paralelamente, manteve-se o comércio local, uma das fontes de renda da comunidade.
A ferrovia foi desativada no final da década de 1960. Porém, existe uma indicação legislativa de autoria do deputado Rogério Cabral (PSB), em trâmite desde 2007, para trazer de volta essa modalidade de transporte, que ligaria as cidades de Nova Friburgo e Cachoeiras de Macacu, com fins turísticos.
Em Janeiro de 2011, Nova Friburgo foi afetada pela maior tragédia climática da história do Brasil. Na madrugada do dia 11 de janeiro para 12 de janeiro de 2011 um temporal causou inundações, deslizamentos de terra e desabamentos de casas causando mais de 430 mortes na cidade. O volume de chuva em 24 horas foi equivalente ao esperado para todo o mês de janeiro.
Dicas para um bom passeio
Alguns distritos do município de Friburgo, como Lumiar e São Pedro da Serra, têm paisagens naturais famosas. Nova Friburgo possui a maior rede hoteleira do interior do estado do Rio de Janeiro.
Entre os atrativos turísticos do município, mais conhecidos são:


Fonte: Wikipédia livre

sábado, 31 de dezembro de 2011

Guapimirim - RJ


O nome "Guapimirim" tem sua origem em um acampamento de índios que viviam em torno de uma nascente na região do Vale das Pedrinhas. A tradução de Guapimirim quer dizer: "pequena água de aguapé", através da junção dos termos tupis awa'pé ("aguapé"), 'y ("água") e mirim ("pequeno"). O rio que deu nome ao município era por onde as tropas passavam, levando mercadorias para o sertão das Minas Gerais, de onde traziam ouro e pedras preciosas.
Guapimirim se emancipou do município de Magé em plebiscito realizado no dia 25 de novembro de 1990, data festiva em que o município comemora sua emancipação política. O primeiro prefeito de Guapimirim foi Nelson Costa Mello, o Nelson do Posto.




Os primeiros registros sobre a cidade datam de 1674 e citam um povoado às margens do Rio Guapimirim, abençoado pela Igreja de Nossa Senhora d'Ajuda. No final do século XVIII, surgiu o povoado de Santana, que ficava no caminho das tropas que ultrapassavam a serra, levando-os pelas trilhas sertanejas para as Minas Gerais. Nessa época, eram comuns as pestes sucessivas. O cemitério de Santana foi construído nesse período e, até hoje, serve à cidade.
Foi também nessa época que surgiu o povoado da Barreira – a origem desse nome deve-se ao fato de ali ter sido instituído o primeiro pedágio – onde está localizada a Igreja de Nossa Senhora da Conceição (1713) e a antiga sede da Fazenda Barreira que, hoje, abriga o Museu Von Martius, em homenagem a Frederik Von Martius, naturalista alemão que estudou a flora e a fauna da região a convite de dom Pedro II. Na época da Guerra do Paraguai, o imperador hospedou-se no local, interessado em avaliar as plantações da quina calisaia de onde se extrai o quinino, medicamento que combate a malária e que seria utilizado pelo exército brasileiro.




Em 1939, o então presidente brasileiro Getúlio Vargas criou o parque Nacional da Serra dos Órgãos e a fazenda Barreira foi incorporada ao patrimônio ambiental da União.
As últimas décadas do século XIX foram marcadas pela construção da estrada de ferro Teresópolis. Esta ferrovia marcou o momento de transformação do município para os tempos modernos. A população, em sua maioria, era formada de lavradores e ferroviários. Com a construção da rodovia BR-116 (1958), o transporte ferroviário entrou em decadência. O advento da rodovia facilitou o acesso à serra e foi fator preponderante na intensificação do processo de ocupação. A partir dessa década, surgiram os condomínios com suas luxuosas casas de veraneio.
Sua abundância em atrativos naturais faz do município uma promissora área turística. Guapimirim se encontra hoje inserida em uma das regiões turísticas do Estado do Rio de Janeiro, a região da Serra Verde Imperial, junto com os municípios de Petrópolis, Teresópolis,Friburgo, Magé, São José do Vale do Rio Preto, Três Rios, Comendador Levy Gasparian, Areale Cachoeiras de Macacu.




Guapimirim localiza-se num vale cercado pela Serra dos Órgãos, na base do pico Dedo de Deus, importante símbolo turístico do Estado, que se localiza dentro da área territorial do município. Em Guapimirim se encontra uma das áreas mais preservadas da Mata Atlântica do Estado. Guapimirim tem uma característica peculiar: setenta por cento do seu território encontra-se em área de proteção ambiental. São cinco áreas que compõem uma riqueza de biodiversidade em fauna e flora. A região de Guapimirim abrange a área de manguezal mais preservada do estado, conhecida como Pantanal Fluminense.




Fonte da Pesquisa: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Magé - RJ

                                                            
 O atual município tem origem no povoado de Majepemirim, fundado em 1566 por colonos portugueses. Possuía um dos principais portos da região, onde muitos navios negreiros descarregavam os escravos. Em 1696, foi criada a freguesia e, em 1789, o concelho com a designação atual. A vila foi elevada a cidade em 1857. Durante a monarquia, foi criado o baronato de Majé em 1810. Este foi elevado a viscondado em 1811.
A freguesia foi criada com a denominação de Magé, por alvará de 18 de janeiro de 1696 e pelos decretos estaduais Um, de 8 de maio de 1892 e Um-A, de 6 de março de 1892.





Elevado à categoria de vila com a denominação de Magé, por força de ato de 9 de junho de 1789, o seu território foi constituído com terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive ilhas do pequeno arquipélago de Paquetá. Era constituído de cinco distritos: Magé, Guapimirim, Suruí, Inhomirim e Guia de Pacopahiba. Instalado em 12 de junho de 1789.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Magé, por efeito da Lei ou Decreto Provincial 965, de 2 de outubro de 1857.







Pelos decretos estaduais Um, de 8 de maio de 1892 e Um-A, de 3 de junho de 1892, foram criados os distritos de Inhomirim e de Santo Aleixo e anexados ao município de Magé. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de seis distritos: Magé, Guapimirim, Guia de Pacobaíba, Inhomirim, Santo Aleixo e Suruí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960.
A Lei Estadual 1 772, de 21 de dezembro de 1990, desmembrou, do município de Magé, o distrito de Guapimirim, o qual foi elevado à categoria de município. Em síntese de 31 de dezembro de 1994, o município era constituído de seis distritos:
Ocupa uma área de 386,61 km². Magé limita-se ao norte com Petrópolis, ao oeste com Duque de Caxias, ao leste com o município de Guapimirime ao sul com a Baía de Guanabara.





O clima em Magé é tropical em quase todo o município, exceto em áreas próximas à Serra dos Órgãos, onde predomina o clima tropical de altitude.A média de temperaturas mínimas é de 18ºC.
Dentre os seus pontos turísticos, podemos citar o Poço Bento, com água benta pelo jesuíta José de Anchieta. Outro atrativo é a Estrada de Ferro de Guia de Pacobaíba, hoje desativada, mas que, outrora, fazia a ligação com a cidade de Petrópolis. A família imperial tomava uma barca na cidade do Rio de Janeiro em direção a Guia de Pacobaíba e, de lá, tomava o trem para Petrópolis, a "cidade imperial". Tal ferrovia é, por exemplo, citada por Machado de Assis em seu livro Memorial de Aires. Foi a primeira estrada de ferro do país. Hoje, essa estrada histórica encontra-se abandonada.







Fonte da pesquisa:  Wikipédia, a enciclopédia livre.